2002

Em 2002, apesar de já não estar a exercer as funções de Presidente da Câmara de Barrancos, não deixei de preocupar-me e interessar-me sobre a questão dos touros de morte na nossa terra e da sua legalização, chegando inclusive a manter contactos com os partidos com assento na AR, principalmente com o PCP e o CDS através dos deputados António Rodeia Machado, António Filipe, Bernardino Soares e Telmo Correia. Estando perfeitamente informado das propostas apresentadas por estes dois partidos, as quais se fundiram num único projecto de Lei apresentado por este último, que acabaria por ser uma proposta conjunta do CDS/ PP, PCP e PSD que após aprovação na AR resultou na Lei de Excepção para Barrancos, aprovada em 17 de Julho de 2002, e promulgada em Diário da República em 31 de Julho de 2002- Lei 19/2002, de 31 de Julho. Eram detentores dos órgãos de soberania: 1º Ministro José Manuel Durão Barroso; Presidente da Assembleia da República João Bosco Mota Amaral e Presidente da República Jorge Sampaio.

Empenhado até ao final do processo de legalização, acompanhei as votações no hemiciclo de São Bento acompanhado da minha família também eles profundamente interessados na resolução do mesmo, estando presentes na votação final que consagrou a esperada Excepção, a vitória do Povo Barranquenho!

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