25 de Fevereiro
- Reunião de trabalho com o jurista e Comissão de Festas, sobre as multas relativas à Feira.
13 de Maio
- Reunião com a Comissão de Festas para analisar a Providência Cautelar aprovada no 13º Juízo Cível de Lisboa, que visava proibir as Festas em Barrancos.
9 de Junho
- Vigília por Timor, realizada na Praça da Liberdade em apoio à sua luta de libertação, simbolizando também a nossa luta por viver em liberdade as nossa tradições ligadas à tauromaquia.
12 de Agosto
- Sentença do Tribunal Cível da Comarca de Lisboa (11º Juízo), em que é deferida a Providência Cautelar intentada pela Sociedade Protectora dos Animais contra incertos solicitando que fosse ordenada:
– a proibição da realização das corridas com “Touros de Morte”
– a notificação da Guarda Nacional Republicana para impedir as mesmas
– a notificação do Ministro da Administração Interna e do Governador Civil de Beja para tomarem conhecimento.
Desta decisão do Tribunal, interpôs recurso o Município de Barrancos, não sendo o mesmo admitido.
19 de Agosto
- Declarações do Presidente da Câmara à Comunicação Social dizendo que as Festas são para levar até ao fim, apesar da proibição decretada pela Providência Cautelar
28 a 31 de Agosto
- Cumpre-se a tradição em Barrancos, e o próprio Conselho Superior da Magistratura reconhece que o não cumprimento da Providência Cautelar aos toiros de morte, não coloca em causa os alicerces do Estado de Direito
12 de Setembro
- O Ministro Jorge Coelho admite a derrota do Estado no caso de Barrancos
16 de Setembro
- Reunião pública para a criação da Comissão de Defesa das Tradições Barranquenhas
17 de Setembro
- Entrevista à TSF, sobre a “polémica” da Feira
21 de Setembro
- 21 de Setembro – Jantar com Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, na Pousada de S. Francisco em Beja, a quem entreguei um dossier com uma exposição detalhada sobre a tradição cultural taurina barranquenha;
23 de Setembro
- Pequeno-almoço de trabalho em Beja com o Presidente da República, onde conjuntamente com outros Presidentes de Câmaras expusemos os problemas das acessibilidades regionais e locais, e a falta de respostas governamentais às questões colocadas pelos municípios.
9 de Dezembro
- Apresentação à Assembleia da República da PETIÇÃO Nº147/VII pela Comissão de Defesa das Tradições Barranquenhas, solicitando que a Assembleia da República adopte as medidas legislativas necessárias a fim de salvaguardar a tradição Barranquenha da corrida à espanhola nas Festas de Agosto na Vila de Barrancos. Posteriormente recebemos a informação da Assembleia de que a Petição tinha sido enviada à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, competente, em razão da matéria para a sua apreciação.
