Bem-vindos ao sítio onde tentamos ter toda a informação sobre a nossa “fêra”, futuras e passadas!
“Em Barrancos sem Touros não há Fêra”.
Esta é uma expressão que define o orgulho e o sentir taurino dos Barranquenhos.
O sentimento de pertença, de defesa do legado dos nossos antepassados ao longo dos séculos, a passagem do testemunho de geração em geração. Talvez não haja uma explicação científica para justificar o porquê desta tradição que perdura, mas há um sentir colectivo que se renova ano após ano, que irmana velhos e novos no desejo intenso de viver e voltar a viver a sua/nossa “Fêra”. Esta é uma manifestação cultural que se perde no tempo, mas sempre ligada ao touro como elemento principal dos festejos que a integram desde sempre e que continua nas bocas do mundo”, nas conversas de café, nos círculos de amigos ausentes e residentes, na Praça, nas Sociedades e no quotidiano das famílias, com realce para as crianças que falam e esperam ansiosamente pelo próximo “Agosto mágico” que lhes enche a cabeça de sonhos.
São quatro dias e quatro noites que marcam os últimos dias de Agosto, intensamente vividos e em que o centro de todas as atenções é o touro. É o renascer do mito tornado realidade, é o reencontro de todos os Barranquenhos residentes, da diáspora e de todos o amigos que se juntam em Barrancos na afirmação de uma solidariedade activa, de confraternização e da vivência em toda a sua plenitude.
É sempre de 28 a 31 de Agosto, que finaliza um percurso que se inicia após cada feira que passa. Nesses dias é o culminar de um longo caminho percorrido pelos festeiros e população angariando fundos para fazer no ano seguinte uma Festa com maior brilho ainda.
*excertos de António Tereno no artigo – Toiros de Morte em Barrancos, in “Tauromaquia Património Cultural de Portugal”



























Barrancúh me mata!


